Olá, mundo!
21 de novembro de 2008Bem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e aí comece a brincadeira!
Bem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e aí comece a brincadeira!
E é isso. Amanhã é 5 de novembro - o Guy Fawkes Day - e hoje comprei a única máscara de Guy Fawkes existente na cidade inteira, I guess. Não, não há multidões de libertários em Porto Alegre, há, sim, uma falta crônica de qualquer coisa que não seja angu-com-leite ou pirão-de-peixe.
Quatro horas pra achar. Era pra ser duas máscaras, uma pra mim, outra pro Magro, mas só rolou a dele. Tínhamos planejado alguma aporrinhação pela vizinhança ou no caminho da escola, pela manhã - já que ele ficou muito entusiasmado que o achaque de doces do Halloween deu certo - mas a “intervenção urbana” foi cancelada. Seja como for, veremos de novo o V de Vingança amanhã.
Nota nerd desnecessária: O blog está atirado às traças pois o signatário esteve instalando 4 sistemas operacionais diferentes numa mesma partição e escrevendo sobre o assunto. Mas a frequência (agora não tem mais trema, né?) aumentará gradualmente.
Passei o dia de hoje fazendo um filme com o Magro (”em breve num cinema perto da sua casa”). Por umas quatro da tarde fomos votar no Kassab e encontramos uma múmia e uma histérica nas opções para votar. “Pai, em Porto Alegre esses candidatos são tão pra baixo, né? Porquê?”. “Olha, guri, Porto Alegre é uma cidade de funcionários públicos e aposentados. Esses dois aí tão de bom tamanho prum lugar assim”. Votamos no Kassab e voltamos pela Rua da República pra casa cantando o “Toc, toc, toc, bate na madeira”.
“Pai, agora que eu entendi como o Baldassare podia ser Genovês mesmo tendo nascido e crescido no Levante.”
Em algum lugar do caminho de volta tinha pitangas, comemos algumas e voltamos pra casa. “Cuando el Rey de Tule…”
Fotos tiradas pelo meu guri. Desde que ele veio morar definitivamente comigo, a vida tem andado em outro ritmo.
Bella, fotografada pela lente nervosa do Magro.
Sem photoshop. ZÉRIO.
“Espera aí, pai, deixa eu tirar uma foto disso!”
Fessora.
De manhã, dois zumbis ananás indo pra escola (foto dele tbm).

“Pai, imita o Kassab, vai: Até amanhã, São Paulo, e vamos trabalhar!”. Pena que a luz era pouca, etc.

Alemão, o gato do Magro. Doze quilos de puro Garfield.
Hora dessas eu volto.
Testando o plugin mais confuso de configurar que já encontrei nesta vida. Se funcionar, serei forte candidato a uma medalha para-olímpica. Cansativo? Gesù amato.
Update: But it works like a charm. É bronze, Bronzil.
Melhor guarda-chuva do mundo. Quarenta e cinco dólares canadenses, though.

Raindrops|Umbrellas:Unique & Novelty Merde Il Pleut Umbrella
“I also wonder if showing respect for all beliefs is causing more
problems than it’s avoiding. The only thing that keeps most people from
acting on their absurd beliefs is the fear that other people will treat
them like frickin’ retards. Mockery is an important social tool for
squelching stupidity. At least that’s what I tell people after I mock
them. Or to put it another way, I’ve never seen anyone change his mind
because of the power of a superior argument or the acquisition of new
facts. But I’ve seen plenty of people change behavior to avoid being
mocked.”
Ok, meio comprida. Mas também podia ser “TOM WAITS CHEIRA COLA” que li em algum lugar por aí. (Thanks, T.)
Ontem meu filho escreveu seu primeiro poema. Dever de casa. Era sobre uma macieira, ele ficou quietinho, levou uns quinze minutos, concentrado, eu sentado à sua frente lendo minha revista semanal. Ele terminou, me alcançou a folha e pediu a opinião.
Concluí a leitura, olhei pra ele e disse um “muito bom” com o sorriso mais simpático que pude achar. “Talvez tua professora não acredite que sejam versos teus, magro”. “Hum? Por que, pai?” “Estão muito bons mesmo, e crianças não costumam escrever assim. Se ela achar que você copiou de alguém, não esquenta”. Dei um tapinha nas costas dele e fomos preparar o café da tarde.
Nenhum amor superará o da rainha por Andarletlo. Ou Anderleto, conforme a versão:
“Andarletto, mi Andarletto, mi polido enamorado.
¡Más te quero y más te amo
que el rey con su reynado!
Dos hijicos* de ti tengo
y dos del rey, que son quatro.
Los del rey van a la guerra
y los tuyos quedan a mi lado.”
*guris, filhotes, filhinhos.
Ah, sim, o título.Categorias do Technorati medieval, sefardita, sefaradi, música